terça-feira, 15 de junho de 2010
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Tempos de Walden:"Novidades! muito mais importante é saber-se daquilo que nunca fica velho!"
quarta-feira, 24 de junho de 2009
Tempos de Walden: "Simplificar, simplificar"
domingo, 21 de junho de 2009
Tempos de Walden: "Queria viver em profundidade..."
sábado, 20 de junho de 2009
Tempos de Walden: "...todos os acontecimentos memoráveis sucedem de manhã, em atmosfera matutina."
sexta-feira, 19 de junho de 2009
Tempos de Walden
"Pouco se pode esperar do dia, se a isto se pode chamar de dia, para o qual não fomos acordados por nosso Espírito, e sim pelas cutucadas mecânicas de um criado, para o qual não fomos acordados por nossas próprias forças recém-adquiridas e aspirações íntimas, acompanhadas de ondulações de música celestial em vez de serenas de fábricas, e de uma fragrância a encher o ar – para uma vida superior àquela em que caímos adormecidos; e assim a escuridão produz seu fruto e se mostra não menos importante do que a luz." (Walden ou a vida nos bosques, pag. 93)
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Tempos de Walden
sábado, 25 de abril de 2009
domingo, 12 de abril de 2009
sexta-feira, 10 de abril de 2009
O início
Carta de Chris McCandless
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
Um bom daguerreótipo

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Livro
Livro
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
Livro
sábado, 22 de novembro de 2008
terça-feira, 18 de novembro de 2008
Livro
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Livro
...M. Bergeret considerou alternadamente os in-quarto empilhados contra a parede e madame Bergeret que os substituíra sobre a cadeira, e refletiu que aqueles dois grupos de substância, por diferenciados que fossem no momento presente, por diversos que fossem quanto ao aspecto, à natureza e ao uso, haviam apresentado uma similitude original e a conservado durante longo tempo, quando um e outra, o dicionário e a dama, flutuavam ainda em estado gasoso na nebulosa primitiva.
“Pois afinal”, dizia ele de si para consigo, “madame Bergeret boiava no infinito das idades, informe, inconsciente, difusa em tênues luminescências de oxigênio e de carbono. As moléculas que deveriam compor um dia aquele léxico latino gravitavam ao mesmo tempo através das eras, naquela mesma nebulosa de onde deveriam sair por fim monstros insetos, e um pouco de pensamento. Foi preciso uma eternidade para produzir meu dicionário e minha mulher, monumentos da minha vida espinhosa, formas imperfeitas, por vezes importunas. Meu dicionário está cheio de erros. Amélie encerra uma alma mesquinha num corpo intumescido. Eis por que é difícil esperar que uma nova eternidade crie enfim a ciência e a beleza. Nós vivemos um instante, e nada ganharíamos em viver para sempre. À natureza não falta tempo, nem espaço, e nós estamos vendo a sua obra!”.
(Anatole France - O Manequim de Vime)
terça-feira, 28 de outubro de 2008
28/10/2008
CAVERNAS BRASILEIRAS INDO PRO BURACO!!!
"Durante anos a comunidade científica e espeleológica tentam formular conceitos e estratégias de preservação das cavernas brasileiras".
O Decreto 99.556/1990, tenta fazer algo inédito em nível global, classificar essas formações subterrâneas em níveis de relevância - baixo, médio, alto e máximo -, levando em conta critérios ecológicos, paleontológicos, religiosos, cênicos e arqueológicos. Como se vê, missão multidisciplinar para lá de trabalhosa, mas que nem assim aos olhos do governo inspirou participação científica.
Chegou à Casa Civil uma minuta para alterar profundamente a principal legislação que garante a proteção das cavernas brasileiras. Basicamente, esta minuta quer considerar as cavernas intocáveis se elas tiverem características excepcionais, como a maior do país, ou características biológicas únicas, por exemplo. O resto passa a ser vistas como passíveis de sofrerem impactos, claro, devidamente compensados com dinheiro dos empreendimentos.
Avaliações iniciais indicam que esse "resto" equivale a nada menos que 80% das cavernas brasileiras, estimadas em mais cem mil pelo governo. Apenas cinco mil estão relativamente cadastradas [...].
Resumindo, esta compensação ambiental financeira é irrelevante para as grandes corporações, sendo uma solução rápida e prática.
Se a minuta for assinada, toda e qualquer caverna fora de Unidade de Conservação estará sujeita e exposta a um sério crime ambiental.
Os moderadores da Lista de Discussão Eco-Subterrâneo, com o apoio de alguns membros da comunidade espeleológica, formularam um manifesto e abaixo assinado, na esperança de minimizar, evitar, constranger esta ação do Governo, um verdadeiro RETROCESSO AMBIENTAL.
VAMOS TENTAR IMPEDIR!
Como se não bastasse à devastação superficial de nossos biomas, querem agora acabar com o subterrâneo...
CLIQUE AQUI PARA ASSINAR:
http://www.abaixoassinado.org/assinaturas/abaixoassinado/2115
obs. O texto não é de minha autoria, estou ajudando a divulgar.
sábado, 25 de outubro de 2008
Livro
brejo da cruz
Chico Buarque
A novidade
Que tem no Brejo da Cruz
É a criançada
Se alimentar de luz
Alucinados
Meninos ficando azuis
E desencarnando
Lá no Brejo da Cruz
Eletrizados
Cruzam os céus do Brasil
Na rodoviária
Assumem formas mil
Uns vendem fumo
Tem uns que viram Jesus
Muito sanfoneiro
Cego tocando blues
Uns têm saudade
E dançam maracatus
Uns atiram pedra
Outros passeiam nus
Mas há milhões desses seres
Que se disfarçam tão bem
Que ninguém pergunta
De onde essa gente vem
São jardineiros
Guardas-noturnos, casais
São passageiros
Bombeiros e babás
Já nem se lembram
Que existe um Brejo da Cruz
Que eram crianças
E que comiam luz
São faxineiros
Balançam nas construções
São bilheteiras
Baleiros e garçons
Já nem se lembram
Que existe um Brejo da Cruz
Que eram crianças
E que comiam luz
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
Passaredo - Chico Buarque
Ei, pintassilgo
Oi, pintaroxo
Melro, uirapuru
Ai, chega-e-vira
Engole-vento
Saíra, inhambu
Foge asa-branca
Vai, patativa
Tordo, tuju, tuim
Xô, tié-sangue
Xô, tié-fogo
Xô, rouxinol sem fim
Some, coleiro
Anda, trigueiro
Te esconde colibri
Voa, macuco
Voa, viúva
Utiariti
Bico calado
Toma cuidado
Que o homem vem aí
O homem vem aí
O homem vem aí
Ei, quero-quero
Oi, tico-tico
Anum, pardal, chapim
Xô, cotovia
Xô, ave-fria
Xô, pescador-martim
Some, rolinha
Anda, andorinha
Te esconde, bem-te-vi
Voa, bicudo
Voa, sanhaço
Vai, juriti
Bico calado
Muito cuidado
Que o homem vem aí
O homem vem aí
O homem vem aí
terça-feira, 21 de outubro de 2008
21/10/2008
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
10/10/2008
terça-feira, 7 de outubro de 2008
Otários
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
Estado
domingo, 28 de setembro de 2008
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
sábado, 20 de setembro de 2008
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
Mote e Glosa
é o novo é o novo é o novo é o novo é o novo é o novo
é o novo é o novo é o novo é o novo é o novo é o novo
é o novo é o novo é o novo é o novo é o novo é o novo
passarim no ninho
(tudo envelheceu)
cobra no buraco
(palavra morreu)
você que é muito vivo
me diga qual é o novo
me diga qual é o novo
me diga qual é o novo
novo
novo
novo
me diga qual é o novo
me diga qual é
me diga qual é o novo
me diga qual é
me diga qual é o novo
me diga qual é
(Mote e Glosa - Belchior)
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
A Terra, o asteróide e o Pink Floyd
Este é uma simulação do impacto de um asteróide com a Terra no Oceano Pacífico. Do modo do vídeo, o soar do fim da vida ficou nice. Também, né?




































